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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Soneto Amizade finada

(por Raquel Lisboa)


Quando lembro-me de tudo o que passamos;
Das nossas conversas e do seu sorriso;
Pergunto-me agora, por onde andamos...
Onde andas tu, querido amigo?

Lembro-me de tudo o que nos prometemos;
Entre as juras, amizade acima de tudo;
Acreditamos eis o erro que cometemos;
E agora nós dois estamos em luto.



Luto, não por morte de vida;
E sim, pela amizade finada;
Assassinada, aos poucos se extirpou;

Foi-se e deixou uma ferida;
Mágoa infinda e não cicatrizada;
Por acharmos que duraria e não durou.

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