Literatura entre Amigos. Tecnologia do Blogger.

Chocolate Quente


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Seja bem vindo ao Chocolate Quente, Max Moreno!



  Max Moreno é redator publicitário, radialista e professor de Inglês. Passou a acalentar e se dedicar à carreira de escritor a partir de 2009, quando surgiram os primeiros esboços de A Outra Sombra. Nascido na cidade de Mariluz, no Paraná, ainda criança, mudou-se com a família para Santos, São Paulo, onde passou a infância e adolescência, retornando ao seu estado de origem anos depois.

  A Outra Sombra, seu romance de estreia, mistura ação, drama, suspense e uma boa dose de eventos sobrenaturais.
  Atualmente, Max mora em Campo Mourão, no Paraná, com a esposa e dois filhos.


L.A.: Como você começou a escrever? Vontade, oportunidade ou simplesmente aconteceu?
M.M.: Para mim, escrever sempre foi um grande prazer. Algo encantador e capaz de nos transportar para um mundo onde tudo é possível. Desde criança eu já ensaiava os primeiros passos na escrita, criando historinhas onde os personagens, na maioria das vezes, eram meus amigos de colégio, minha família, meu cachorro.

L.A.: Como você deseja que as pessoas sejam tocadas por esta história? Qual mensagem deseja transmitir?
M.M.: Esta é uma pergunta que eu tenho ouvido com certa frequência. A princípio pensei que conhecesse muito bem a resposta para tal questionamento. Mas, à medida que as pessoas leem A Outra Sombra, descubro novas reações em cada um. Assim sendo, creio que cada leitor tem uma experiência diferente com o livro. A trama tem objetivo de arrastar o leitor para uma “realidade” com a qual nos habituamos e não nos chocamos mais, a violência banalizada. A ideia é fazer com que o leitor “sinta na pele” os dramas de cada personagem. Há quem diga que a abordagem sobre a “natureza humana” é o principal foco do livro. O que eu recomendo é: leia o livro e tire suas próprias conclusões.

L.A.: Conte-nos um pouco sobre o livro...
M.M.: Para um leitor desavisado, A Outra Sombra pode, a princípio, parecer apenas mais um romance sobre morte, violência e mistério. Contudo, os que se aventurarem a ler a obra, logo vão perceber um traço psicológico latente no decorrer de cada fato. A trama começa com um acidente de automóvel envolvendo três amigos, todos jovens. Após esse acidente, o jovem Vinícius (aparentemente o único sobrevivente) vai se deparar com o que talvez seja o maior desafio de sua vida. O jovem será arrastado para um mundo sombrio onde nada é o que parece... E qualquer um pode ser o próximo.


L.A.: Você tem um ritual para escrever?
M.M.: Na verdade não! Apenas sento na frente do notebook e escrevo. Às vezes (a maioria das vezes) eu não conto com a famosa “inspiração”. Mas, ainda assim eu sento e escrevo, pois não conheço nenhum escritor que só escreva quando está inspirado. Penso que a inspiração não gosta muito de nós escritores, pois raramente nos dá o “ar da graça”. É importante ter em mente que se você decidiu ser um escritor, vai ter que arregaçar as mangas e escrever todos os dias da sua vida se quiser ter êxito na escrita. E ainda assim você corre o risco de nunca ser reconhecido e de ter o seu livro rejeitado por dezenas de editoras. É um risco e você é quem tem que decidir se vale a pena corrê-lo ou não. Eu penso que vale!... E você?!

L.A.: Existe algum tema que os leitores não encontrarão nos seus trabalhos?
M.M.: Sim. Os leitores nunca encontrarão nos meus livros a chamada “literatura erótica”. Nada contra. Apenas não é um tema que me “encante” enquanto literatura.

L.A.: Ser escritor no Brasil não é coisa fácil. O que você faz para que seus livros ganhem visibilidade e se destaque na multidão? Afinal todo Escritor quer ser lido.
M.M.: É verdade, ser escritor no Brasil não é nada fácil! Contudo, se você ama a literatura, sempre vai encontrar um modo de transmiti-la às pessoas que fazem da leitura uma filosofia de vida. Para que os meus textos ganhem destaque e visibilidade junto ao leitor, eu faço o óbvio: divulgo. Geralmente desenvolvo campanhas de marketing visando o meu público alvo, ou seja, as pessoas que supostamente teriam interesse em ler o tipo de livro cujo meu faça parte. Parcerias com sites e blogs literários também podem ter um resultado bem satisfatório. É importante que o seu livro seja lido pelo maior número de pessoas (formadoras de opinião) possível, pois assim outros também se interessam pela obra. É preciso disciplina, dedicação e trabalho árduo.

L.A.: Qual foi seu primeiro personagem? O que levou você a criá-lo?
M.M.: No caso do livro A Outra Sombra, meu primeiro personagem foi a “Dona Cema”. Eu a criei bem antes de dar início à trama. O que me levou a criá-la foi ter percebido a dura realidade em que passa a saúde pública no Brasil, principalmente no que se refere aos idosos.

L.A.: O que é mais emocionante no seu trabalho de escritor e o que é mais difícil?
M.M.: O mais emocionante é criar personagens e mundos com os quais você viverá para sempre. É conseguir causar alguma emoção nos leitores. É passar sempre algo de positivo às pessoas. É ser lido... O mais difícil é, sem dúvida, conseguir uma editora que acredite e aposte no seu projeto. Acredite, o mercado literário é bem cruel.

L.A.: O que você acha sobre o cenário literário que temos hoje em nosso país?
M.M.: Penso que alguns passos já foram dados na direção a uma nova realidade. Hoje em dia, tem muito leitor interessado nos autores brasileiros e isso, a meu ver, vai fazer com que as editoras repensem sua postura com relação a dar preferência quase que exclusiva à literatura estrangeira. Temos grandes nomes já consolidados e também grandes nomes surgindo na literatura brasileira. Estou certo de que num futuro não muito distante, os autores brasileiros, principalmente os iniciantes, serão vistos com outros olhos pelo mercado literário.

L.A.: Deixe uma mensagem para os leitores!
M.M.: Faça sempre o seu melhor!... E no caso dos aspirantes a escritores, leiam sempre... Leia... Leia... Leia... E quando estiver cansado, leia mais um pouco! Não há outro caminho para se tornar um bom escritor senão através da leitura. Outra coisa importante: aprenda a reescrever. Reescreva... Reescreva... Reescreva... Só através da repetição você conseguirá aprimorar a sua escrita.
Bem, é isso!... Grande abraço a todos!

  Agradecemos sua presença aqui no Chocolate Quente, Max Moreno, e te desejamos muito sucesso!!!
  E agradecemos a você amigo leitor, por sempre nos prestigiar!!!


Clube de Autores:
Livraria Travessa:
Livraria Cultura
Livro Digital na Saraiva:


Entrevista por Roberta Kelly ;)

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O Chocolate Quente de hoje recebe a escritora Danielle Souza!


    Danielle Souza tem 16 anos, ariana e é natural de Florianópolis/SC. Uma amante de sapatos e dias frios. Leitora compulsiva e melodramática que nunca perde a chance de ler um bom romance, evitando qualquer caminho que contenha uma livraria porque, quando as encontra, por mais atrasada que ela esteja, sente-se obrigada a entrar (e acampar) dentro dela.
    Escreve a três anos e às vezes acha que seu modo de escrever se baseia na escrita do escritor favorito do momento, Richelle Mead e Jamie McGuire. Seu primeiro livro foi escrito com sete anos, e era basicamente duas folhas de papel A4 dobradas ao meio com uma ilustração muito talentosa de bonecos palitinhos e um carnaval de purpurina, que contavam a tocante história de uma menina que perdeu o cachorrinho e o pai, o encontrou novamente.
   Escrever, definitivamente é um dom pra Danielle, depois das lindas palavras que sua mãe lhe disse, ao lhe mostrar seu primeiro livro, que foram: “Você pode ter talento para diversas coisas, mas, sempre vai ter algo em que se destaca mais. É um talento que se transforma em dom.” 

No fim da entrevista, encontram-se os links da escritora.


LA: Fale um pouquinho sobre você para te conhecermos melhor. Quem é Danielle Souza?
DS: Acho que sou uma garota meio nerd e ao mesmo tempo confusa. Eu tenho dezesseis anos, mas meus amigos costumam dizer que, por mais que eu seja jovem, tenho uma alma velha. Acho que dizem isso porque eu sou meio rabugenta as vezes. Moro em Floripa no sul de Santa Catarina, e adoro o lugar porque faça frio ou calor sempre há um lugar legal para ir.  Eu praticava natação antes de começar a escrever, e foram nove anos completamente dedicado a extravasar emoções nas piscinas, mas ai tive que me mudar e parei de frequentar a academia de natação devido a distância, logo encontrei a escrita como uma nova distração. São coisas extremamente diferentes, eu sei, natação exige do físico e do fôlego enquanto a escrita requer criatividade, mas ambas necessitam de foco e algo que sirva como incentivo para o bom desempenho, e como eu sempre fui o tipo de pessoa hiperativa e com dificuldade de controlar as próprias emoções, achei em ambos o suporte que eu precisava. Enquanto eu nadava, tinha como único foco atravessar a piscina e concentrava minhas emoções para converter a ansiedade em algo a meu favor, e agora faço exatamente a mesma coisa com a escrita. Concentro-me em uma história especifica e uso da intensidade de cada emoção para tentar transmitir isto ao leitor.   

LA: Seu primeiro personagem era sobre uma garota que perdeu o cachorrinho e seu pai o encontrou novamente, certo? O que a levou a criar este personagem?
DS: Ok, ouvir isso de alguém que não seja minha mãe é engraçado, as pessoas fora da família não costumavam saber sobre isso...
Eu não faço a menor ideia do que se passava na minha cabeça quando escrevi a minha primeira história (ilustrada amadoramente com bonecos palitinhos) aos sete anos. Naquele tempo eu nem imaginava como levaria a escrita a sério futuramente, mas talvez eu estivesse sendo movida pela minha vontade de ter um cachorro e, talvez, para mostrar para a minha prima, um ano mais velha, como eu podia escrever tão bem quanto ela mesmo estando uma série atrás dela na escola. Ser competitiva deve ter algo haver com meu signo ou com a minha genética, se considerarmos que meu pai é tanto quanto eu.

LA: Você encontra alguma dificuldade na hora de criar seus personagens ou o enredo, ou começa com uma ideia e o texto flui facilmente?
DS: Eu não tenho problema em desenvolver o tema central de um enredo. Na verdade eles vivem se formando e as vezes é isso que me atrapalha. Muitas ideias ao mesmo tempo, acabam me deixando confusa e eu nunca sei qual delas devo usar. Mas a partir do momento que tenho uma ideia fixa, com um tema estruturado, as coisas começam a ficar fáceis e os detalhes vão sendo idealizados aos poucos. Com os personagens é mais fácil, primeiro eu imagino como quero que ele seja em relação a personalidade, depois sua aparência e por fim, o que é sempre mais complicado, eu escolho um nome. Isso pode levar dias... É um saco, acho que é como dar nome a um filho, você precisa ter certeza de que aquele está bom, porque é obvio que não poderá trocar caso deixe de gostar dele. E não pode pensar só em si mesmo, tem que imaginar como os leitores vão receber esse nome e se ele vai soar bem dentro do roteiro.  É, no meu ponto de vista, a parte mais estressante na hora de iniciar uma história.

LA: O que você acha do incentivo a arte e cultura no Brasil? Por quê?
DS: Acho que isso é algo que o Brasil precisa trabalhar mais. Aqui ganhar a vida com arte, é tão difícil quanto ganhar na loteria. Hoje em dia você pode iniciar um projeto legal por conta própria, indiferente do tema que aborda, mas as chances de você ser reconhecido por ele são pequenas, além da concorrência que é grande, acho que muitas categorias dentro do ramo cultural e artístico não ganham a atenção que merecem. É trágico ver escritores, dançarinos, músicos, esportistas e outros tão talentosos sem poder lucrar com a sua própria arte, e tudo porque não estiveram em um reality show, ou receberam uma recomendação de alguém já especialista no ramo.

LA: Se alguém te pedisse um conselho para escrever, o que você diria?
DS: Antes de tudo leia. Querer escrever sem gostar da leitura é como querer ser matemático sem saber contar até dez, não vai te levar a lugar nenhum. Treine bastante também, a prática leva a perfeição e nem mesmo o grande Shakespeare se arriscou pular esta regra, ou você acha que o trágico romance de Romeu e Julieta esteve lá desde o primeiro rascunho?
Não desanime ao ouvir uma crítica seja ela construtiva ou grosseira, o lado bom de ser escritor é que a indiscrição das pessoas não fará diferença alguma no seu trabalho a menos que você permita que isso aconteça, então crie seu filtro mental para as críticas e permita que apenas as que fazem você evoluir como escritor passem por ele.

LA) É possível se sentir realizado sendo escritor no Brasil?
DS: Depende de como estamos falando no sentido realização. Acho que a literatura nacional não é bem-vista pela maior parte dos brasileiros (principalmente os jovens) devido a traumática experiência de literatura que temos nas escolas, atualmente. Entendo a necessidade de adicionar as obras clássicas em nosso histórico, uma vez que isso é parte da nossa cultura, mas vez ou outra trazer literatura contemporânea para a sala de aula não faria mal algum e ainda mostraria aos leitores, que literatura nacional pode, e vai, muito além dos clássicos rurais, palavras cansativas e romance cafona.
Então no meu ponto de vista, é preciso mudar a visão da literatura nacional das pessoas para que os escritores possam mesmo se sentir realizados com seu serviço.

LA: Como você se sentiria ao sentar numa sala escura e ver um de seus livros, transformado em filme?
DS: Acho que não existiria palavra certa para descrever o que eu sentiria. Só a ideia já me causa aquele friozinho na barriga. Seria sem dúvida alguma, um dos melhores, e mais loucos, momentos da minha vida. 

LA: Você acha que nosso cenário literário poderia ser melhor? Pois vemos muitos escritores estrangeiros fazendo sucesso entre nossos leitores, mas a mídia parece ‘esconder’ os escritores nacionais. Você concorda com essa valorização exagerada dirigida a poucos escritores?
DS: Acho que a literatura estrangeira serve cada ver mais como exemplo para escritores brasileiros, não por serem melhores ou mais originais, mas porque a mídia passa a ideia de que “se você escrever um roteiro tão bom quanto este, talvez tenha a mínima chance de se tornar um best-seller”.  O que na minha opinião é um conceito ridículo. Não se trata de ser melhor escritor ou ter uma ideia diferente, isso é naturalmente importante em qualquer lugar, seja no Brasil, China, Estados Unidos ou qualquer outro país. O fato é que enquanto países estrangeiros se preocupam em achar novos talentos e dar a devida atenção a eles, o Brasil prefere deixar por conta dos próprios escritores que nem sempre tem coragem de ir até uma editora, e quando vão muitas vezes recebem um “Desculpe, não trabalhamos com publicação independente” e são mandados de volta para a procura de alguma editora disposta a publicar sua obra, e que consequentemente não lhe consuma todo o salário pelo resto do ano. 
Em outras palavras, acho que o Brasil deveria parar de se preocupar tanto com a importação de arte, e se concentrar nas que já estão aqui, para que futuramente também possamos ver nossos livros nas prateleira estrangeiras. 

LA: Como a internet tem ajudado você a divulgar seus livros?
DS: Grupos de leitura em redes sociais e blogs são a principal fonte de divulgação. É impressionante o número de internautas a procura de uma história para ocupar seu tempo livre. Existem sites direcionados a escrita também, como o que eu frequento, que ajuda a divulgar a história a casa nova atualização. 

LA: Deixe uma mensagem para seus leitores ou um incentivo para quem almeja ser escritor.
DS: Aos meus leitores só tenho a agradecer por estarem comigo desde o início e outros por terem dado a mim uma chance durante meu processo de evolução até aqui. Espero que continuem comigo porque ainda resta um longo caminho pela frente, e também desejo que esse número cresça cada vez mais. 

As pessoas que desejam se tornar escritora, cito apenas uma das frases de minha mãe: "Você pode ter talento para diversas coisas, mas sempre vai ter algo em que se destaca mais. É um talento que se transforma em um dom" Certifique-se de que escrever é mesmo o que você deseja e trabalhe para que seu talento se transforme em um dom. 



Link da história da autora:  http://fanfiction.com.br/historia/473440/Problem_Temptation/

Link do Facebook: https://www.facebook.com/danielle.souza.121

Agradecemos sua presença aqui no Chocolate Quente do Literatura entre Amigos e desejamos a você Danielle, muito sucesso!

Entrevista por Cássia Torres ;)

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O Chocolate Quente de hoje recebe o Escritor Lucas Gabriel!


 Lucas Gabriel Braga Pacheco, tem 16 anos e mora em Palhoça (SC). Escreveu Mytalin X, está escrevendo 10 Dias e 12 Horas e, Em Busca da Sobrevivência. 
 Gosta de ler de tudo, e tem como hobby seu blog Livros e Séries.
 E hoje, está lançando seu blog de escritor. 
Links ao final da entrevista!



LA: Seja bem vindo Lucas! Para começar, gostaríamos de saber o que te levou a seguir o caminho de escritor?
LG: Primeiramente muito obrigado por me dar esta oportunidade. Então, para ser bem sincero eu não gostava muito de escrever, esse ano que eu comecei a escrever bastante. Esse gosto pela escrita surgiu do nada, quando me vi estava escrevendo a “Mytalin X”, surgiu uma necessidade dentro de mim. Antes disto eu já escrevi quando eu tinha uns 8 anos de idade sobre pokémon (Sim, me julguem), e também havia feito uma história fictícia sobre Harry Potter chamada “Floresta Proibida e o Mistério do Lago”. As duas não deram muito certo e eu acabei excluindo até do computador.

LA: Como seus contos têm sido recebido?
LG: São muito bem recebidos, quando minha história atinge um publico diferente, pois, eu falo de assuntos bem distintos, mas para ser sincero eu me dou melhor com Fantasia (Coisas que não existem).

LA: Você fez uma breve pesquisa sobre o Mytalin X sobre continuar ou não. E então? Ele terá continuação?
LG: Sim, no site em que eu publico minha história o “Nyah” e também fora dele, tenho alguns leitores fiéis que sempre acompanham. Então, após eu terminar o primeiro livro “Mytalin X” eu postei o capítulo final e perguntei a estes leitores se devia ter continuação, a maioria disse que sim devia, somente um disse que está contente com o final, mas que se tivesse continuação tentaria acompanhar. Então sim, terá continuação (Risos). Provavelmente será uma trilogia, com um livro extra que contará a história de “Lucas” o personagem principal. Sim, o nome Lucas foi de propósito porque gosto de me imaginar nas minhas histórias.

LA: É bom mesmo nos transportarmos para as histórias e vivermos realidades diferentes (Risos). Pode contar-nos um pouquinho sobre Mytalin X, 10 Dias e 12 Horas, e Em Busca da Sobrevivência?
LG: Vamos dividir em tópicos para ficar melhor:
Mytalin X – Conta a história de “Lucas” um mutante que até então não sabia de seus poderes, ele é levado para uma ilha feita somente para mutantes, sem saber o motivo até porque só será explicado no terceiro livro. Lá ele faz muitos amigos, descobre sobre seu passado, sobre sua família, e muito mais. Vou parar por aqui para não dar spoiler!
10 Dias, 12 Horas – Conta a história de Ada, uma garota que descobre que tem uma doença terminal e que vai ter somente 10 Dias e 12 Horas de vida. Ela não se preocupa com isso (Parece estranho mais é de propósito, coisa que vai ser revelado mais pra frente). Ela faz uma lista de 10 desejos, um para cada dia que a resta, e ela conta com a ajuda de “Miguel” um amigo. Ela marcará a vida dele antes de sua morte, parando por aqui antes que eu dê muito spoiler!
Em Busca Da Sobrevivência – Essa conta a história de um grupo de sobreviventes a um apocalipse (Não é só de zumbis, Risos). É como se uma maldição tivesse sido lançada e várias aberrações (digamos assim) surgem, e em meio ao caos, casais acontecem, amizades se formam e se desfazem, mistérios se resolvem, mortes acontecem, esta história conta (contará) com Anjos, Vampiros, Lobisomens, Bruxos, Zumbis, Series, Fadas e muitas outras coisas, parando por aqui se não, não vou parar nunca!


LA: Já chegou a imaginar uma pessoa de seu convívio como um dos personagens? Como você cria seus personagens?
LG: Por estranho que pareça a maioria dos meus personagens são baseados em pessoas que existem. Até agora a única história que não tem pessoas que eu conheça de verdade é a “10 Dias, 12 Horas”!

LA: E qual foi seu primeiro personagem?
LG: Foi Lucas para variar. Na época em que eu escrevi a minha primeira história, não tinha uma boa imaginação e usava pessoas da minha família (Risos).


LA: Você também tem o Blog Livros e Séries. O que te motivou a criá-lo?
LG: Como o próprio nome diz o que me motivou a criar foram Livros e Séries, porque eu sou louco por isso. Mas só porque é de Livros e Séries, não quer dizer que sempre ficamos focado nesse assunto, falo sobre Filmes, Músicas, Fics e Fanfics entre outros assuntos!

LA: Se alguém te pedisse um conselho para escrever, o que você diria?
LG: Você quer escrever? Só posso dizer uma coisa: escreva. Pessoas iram ODIAR outras iram AMAR.

LA: O que seus leitores podem esperar de seus textos?
LG: Mistérios e Mistérios. Mudanças. Toda hora eu tenho que inovar e mudar o que eu retrato nelas. Quem sabe vem mais uma Fantasia por ai? (Risos).

LA: Deixe uma mensagem para seus leitores!
LG: Só posso dizer que sou muito grato a todos vocês que me acompanham. E que, quando eu estiver no topo vou lembrar de todos vocês, pois vocês são importantes para mim!

LA: Agradecemos a sua participação no Chocolate Quente, aqui no Blog Literatura entre Amigos, e te desejamos muito sucesso!!! Parabéns Lucas!!!


Links:
Blog do Escritor: http://lucasgbp.blogspot.com.br/
Pagina Do Meu Blog: https://www.facebook.com/livroseseriess2?ref=ts&fref=ts
Grupo No Face (Blog): https://www.facebook.com/groups/livroseseriess2/?fref=ts
Twitter (Blog): https://twitter.com/livroseseriess
Pagina De Escritor: https://www.facebook.com/pages/Lucas-Gabriel/292923750887833?fref=ts
Blog: http://livroseseriess2.blogspot.com.br/
Mytalin X (Nyah): http://fanfiction.com.br/historia/480751/Mytalin_X/
Mytalin X (Issuu): http://issuu.com/lucasgabrielbragapacheco/docs/mytalin_x
Em Busca Da Sobrevivência: http://fanfiction.com.br/historia/533106/Em_Busca_Da_Sobrevivencia/
10 Dias 12 Horas: http://fanfiction.com.br/historia/542991/10_Dias_12_Horas/

Entrevista por Roberta Kelly ;)

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Chocolate Quente apresenta Vinícius Viana Busatto!


  Natural de Montanha - ES, mora atualmente em Vitória da Conquista - BA. Vinícius tem 14 anos e escreve há 1 ano. Após ler o livro "O Castelo Animado" da autora Diana Wynne Jones apaixonou-se pelas obras dela, e começou a criar suas próprias histórias.

  Se acha estranho e diz que continuará sendo por um bom tempo. Gosta de ler ficção científica e fantasia, pois se identifica muito. Ouve muito Pop e MPB, além de aprovar o cenário indie nas diversas formas de arte.


LA: Seja bem-vindo ao Chocolate Quente, Vinícius! É um prazer conhecê-lo. Primeiramente, conte-nos como foi seu sentimento ao ver o primeiro conto concluído?
VVB: Muito obrigado, nossa, foi incrível. O meu primeiro conto cujo nome é “Raptado” não surgiu inesperadamente, ele é fruto da minha ex-admiração pela atriz Lucy Lawless, que interpretava a personagem principal de “Xena, a Princesa Guerreira”. E também por uma experiência que tive em um clube de atletismo (AABB), onde me senti sozinho e aflito, com um tambor ao meu lado, pelo qual fiquei tocando, ecoando sons em um banheiro deserto.
E logo após isso, resolvi escrever sobre o que passei. Com um único objetivo: o de mostrar a minha experiência com trechos a mais, para as pessoas.
Louco, não?

LA: E qual conto você mais gostou de escrever?
VVB: Sem dúvidas, “A Tribo”. O fato de misturar magia e aventura em um único texto me fascinou, ele correu freneticamente em minha mente como um filme, e consegui expressá-lo com exatidão. Fiquei bem contente com o resultado.

LA: Você encontra alguma dificuldade na hora de criar seus personagens ou o enredo, ou começa com uma ideia e o texto flui facilmente?
VVB: Não, pois tudo se inicia com uma ideia brotando em minha mente, não sei exatamente porque e como ela surge, todavia ela é sempre simples, criativa e cativante.

LA: Você têm contos publicados no ‘Nyah! Fanfiction’. Como é ver seu trabalho sendo apreciado pelas pessoas?
VVB: É inspirador pois me ajuda a seguir em frente, os elogios servem de impulso. As críticas também, mas é sempre bom ser elogiado. (Risos)

LA: Conversamos antes e você disse que seus contos farão parte de um livro. Já tem data para o livro sair?
VVB: Está longe de acontecer, pois tenho que ter a sorte de ser aceito por uma editora e já estou correndo atrás. Recentemente fui admitido por uma de médio porte que aprovou a minha obra, porém, não era como eu esperava. O fato dela ser paga, me tirou os olhos de admiração.
Por enquanto o que tenho é um rascunho, algo em estado bruto pelo qual apenas o tempo e o treino lapidará.

LA: Como seus amigos e familiares reagiram com a novidade de você ser escritor?
VVB: Nunca tive muita atenção da minha família, ela via isso com bons olhos, apenas. Sem incentivo ou algo do tipo. Já os meus amigos sempre apoiaram, e são eles os meus melhores leitores.

LA: Além da escritora Diana Wynne Jones, tem algum (a) outro (a) preferido?
VVB: Com certeza, admiro muito o trabalho dos autores James Frey e Jobie Hughes que utilizam o pseudônimo Pittacus Lore, para escrever uma séria intitulada de Os Legados de Lorien, que envolve extraterrestres e coisas do tipo.

LA: O que os leitores podem esperar de seus trabalhos?
VVB: Psicodelia, surrealismo, envolvimento com a trama e muita criatividade.

LA: O que seus leitores poderão aprender ou motivar alguém lendo seus contos?
VVB: Existem alguns contos que passam mensagens muito características, como é o caso de “Estúpido” e “Pássaros”, esses contos abordam temas como avançar na vida e amor à família, respectivamente. Creio que estes sejam assuntos para serem discutidos e aplicados nas vidas de muitas pessoas.

LA: Deixe uma mensagem para seus leitores!
VVB: Pessoal, em breve lançarei dois novos contos, “Festa” e “Monstros do Arrebol”. Amo muito cada um de vocês imensamente, por terem me acompanhado e aprovado as minhas obras. Sério mesmo, fico contente que estejam comigo e podem ter certeza que irei surpreendê-los. Um sincero obrigado.

LA: Agradecemos a sua participação no Blog Literatura entre Amigos, aqui no Chocolate Quente. E te desejamos muito sucesso Vinícius!!!!
VVB: Foi um prazer, adorei a entrevista e obrigado, desejo o mesmo.


Links do Escritor:

Entrevista por Roberta Kelly ;)

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Chocolate Quente apresenta Leandro Campos Alves!




 Natural da cidade Mineira de Liberdade; Cronista, Poeta e Escritor romancista com seu primeiro romance publicado em 09/2013 'Instinto de Sobrevivência' pelo Clube de Autores e o Ebook pela Editora Saraiva. Participou da Antologia Além do Olhar de 01/2014; em 27 de fevereiro de 2014 publicou a nova forma literária de redigir romances, O Lamento de José, pelo Clube de Autores e o Ebook pela Editora Saraiva.

 Foi jurado da segunda amostra de Raízes de poesias em Aiuruoca MG em 12/2013.

 Colaborador de várias comunidades literárias no país e outras em países latino americanos, integrante e colaborador da ”Social Rearde Writer Artist” no Brasil, Milan e Roma, Recanto das Letras e Beco dos Poetas.

 Em Junho de 2014, iniciou os trabalhos como Colunista do projeto Divulga Escritor, de João Pessoa Paraíba.

  Suas obras já atravessaram o atlântico!


De: Literatura entre Amigos
Para: Leandro Campos Alves


LA: Leandro, seja bem vindo aqui no Chocolate Quente e desde já agradeço sua participação. Conte-nos, qual é o seu sentimento ao ver um trabalho terminado?
LCA: Roberta, obrigado pela oportunidade desta entrevista e de poder levar aos nossos leitores alguns detalhes de nossos trabalhos.
Quanto à pergunta acima, eu escrevo por inspiração, não forço nenhum texto, já redigi romances com mais de duzentas páginas em apenas uma semana, porém o último trabalho que terminei de escrever nesta última semana de agosto e ainda não tem data para publicação. “O Diário de Shara Ellen”, levei quase um ano para seu término.
Mas o prazer do ponto final da obra, pode se dizer que é o mesmo do parágrafo inicial, pois até ver na editora nosso trabalho, ainda temos um longo caminho. 

 
LA: Você tem dois livros publicados, 'Instinto de Sobrevivência' e 'O Lamento de José. Pode apresentá-los para nós?
LCA: Com maior prazer.
O Instinto de Sobrevivência é meu primogênito, podemos assim falar, pois ele está completando um ano de publicação e me trouxe muitos prazeres literários, e abriu muitas portas para meus trabalhos. Um livro que fala da saga de uma família que diante de todas as dificuldades do mundo moderno, cada um dos integrantes da família achou seu lugar ao sol, muitas alegrias, prosas e fatos verídicos que aconteceram em minha vida eu transportei para o romance.
O segundo livro, “O Lamento de José”, ainda está caminhando, pois se trata de uma nova forma literária de escrever poesias e narrar romance, esta estrutura literária está registrada e averbada como contos de Leandro Campos Alves.
Uma peculiaridade das obras é que as duas são redigidas na terceira pessoa do singular. 

LA: Como está sendo a repercussão de seus livros e de seus trabalhos?
LCA: Agradeço todos os dias a Deus e aos meus amigos. Neste mês de setembro estamos comemorando um ano de vida literária, e os dois livros estão sendo muito bem aceitos entre os leitores. Sei que o caminho para conseguir uma vendagem alta é longo, mas eu tenho fé e paciência, sei que isso acontecerá no seu momento. Acho que o importante mesmo é ser reconhecido e respeitado como escritor, e graças a Deus este reconhecimento eu já tenho, mas cuido deste reconhecimento com muito carinho e respeito, pois a cada dia ganho um amigo novo, uma nova entrevista e o respeito de acadêmicos, literários, leitores e profissionais da área.

LA: Você foi jurado em um concurso. Como foi avaliar as obras dos companheiros literários?
LCA: Foi um prazer muito grande. Imagina que quando todas as pessoas estavam em casa festejando a passagem do ano, eu e minha esposa estávamos prestigiando este evento literário em Aiuruoca, Minas Gerais. Exatamente no dia 31 de Dezembro de 2013.
Mas o prazer maior se deu quanto li o resultado final do concurso, e vi que o poema classificado por mim como melhor, foi o grande vencedor do concurso. E a alegria maior, foi quanto veio a revelação da autora da obra. A autora Dona Ana Maria Braga é uma senhora aposentada, que doou a sua vida à carreira de professora de português e literatura daquele município. O seu poema encontra em nosso site intitulado “O Juízo Final”. 


LA: Alguns escritores tem certos rituais para escrever ou locais preferidos e até mesmo horários 'perfeitos'. E você tem algum ritual ou preferência na hora de escrever?
LCA: Não, muitos leitores não acreditam, mas meu escritório fica ao lado da sala de estar de minha residência, e há dias que minha esposa senta ao meu lado para assistir televisão, e o som da TV não me atrapalha em nada. Eu me concentro em meu mundo e textos, algumas vezes meus filhos chegam a rir de mim, pois eles me chamam e falam comigo, mas em meu mundo eu não escuto o que eles falam, a não ser se eles me chamarem a atenção tocando em mim.

LA: A mídia vem influenciando a leitura digital cada vez mais, seja com equipamentos ou preços muito baixos. Você acha que chegará o dia que perderemos os livros impressos?
LCA: Nunca perderemos os livros impressos. Quem não gosta de guardar em sua biblioteca uma obra autografada pelo escritor, ou uma obra como relíquia e sentir seu cheiro na estante?
Meus livros são publicados por duas editoras, pela editora do Clube de Autores e pela Publique Saraiva.
Com certeza a vendagem do Clube de Autores supera muito a de Ebook pela Saraiva, sinal que ainda estamos longe do tempo em que livro será artigo de museu. Assim eu espero.

LA: Nesse mundo literário pobre em apoio aos escritores nacionais, qual foi o seu grande desafio até agora?
LCA: O primeiro desafio foi vencer o presente que a natureza me deu, chamado dislexia, e meus caminhos eu deixo nas mãos de Deus, e cada porta se abre por Ele, e cada obstáculo vem ao chão. Porém a cultura brasileira infelizmente é muito direcionada à beleza de corpos e sexo, não que isso seja ruim, mas quando postamos um texto literário, para atingirmos duzentas visualizações demora no mínimo um dia, porém uma foto expondo corpos nus, estas curtidas vem em minutos. Talvez a maior dificuldade que encontramos venha de nossa própria cultura. Digo isso, pois tenho muitos amigos e leitores espalhado em países de língua portuguesa, por vários continentes, e em contado com estes meus amigos leitores e escritores destes continentes, notamos claramente esta diferença cultural.

LA: Apesar de todos os desafios que enfrentamos, todos nós temos nossos desejos e sonhos. Qual é o seu desejo como escritor Leandro?
LCA: Ser escritor para mim é um sonho, um prazer e faço com gosto. Tenho consciência que estou ainda caminhando, mas sei que será questão de tempo para emplacar uma obra no país.
Este sim é o maior desejo como escritor.

LA: Todos escrevemos para alcançar os leitores de alguma forma. Como você deseja que seus trabalhos toquem os leitores?
LCA: Tive o relato de alguns leitores que leram o Romance Instinto de Sobrevivência em apenas duas horas, um romance de duzentas páginas, espaço simples, tamanho da letra 12 e sem fotos.
Outros leitores confessaram que não conseguiam parar de ler o livro, queriam chegar logo ao final para descobrir o desenrolar do romance.
Além daqueles que entraram em contado comigo através dos meios eletrônicos, para contarem que ao ler o romance, hora eles sorriam com as passagens vividas pelos personagens, porém outras passagens fazia correrem em seus rostos as lágrimas da tristeza.
Por isso creio que estou no caminho certo, e desta forma quero tocar as emoções dos leitores.

LA: Deixe uma mensagem aos seus leitores e futuros leitores!
LCA: Não tenha medo de seus projetos. Seja o construtor de sua própria história.
Eu agradeço por participar desta entrevista, deixo o convite aos amigos leitores para conhecerem mais um pouco o nosso projeto, através dos links https://www.facebook.com/escritorleandroalves e http://www.escritor-leandro-campos-alves.com e deixo meu abraço fraterno a Roberta Kelly, que com muito profissionalismo conduziu esta entrevista. Que Deus esteja com todos.


 Agradeço a você Leandro, em nome de todas nós, o carinho e a participação aqui no Chocolate Quente.
 Desejamos muito sucesso e que venham muitos outros trabalhos. 
 Parabéns e um grande abraço a você também. Que Deus esteja com todos nós!

Aos amigos leitores, deixo aqui os links para conhecerem os trabalhos do Escritor Leandro Campos Alves:


Chocolate Quente têm a honra de receber Cléia Carvalho...



...uma escritora da pequena cidade de Guaçuí - ES, portanto é uma capixaba com muito orgulho. Viver a infância em uma pequena cidade foi um presente, segundo Cléia. Lá, ela aprendeu a conviver com alegria com as pessoas à sua volta como se todos fossem uma grande família. É do signo de escorpião, signo forte, que usa de seu magnetismo positivo para enfrentar situações adversas. Sempre foi muito querida e uma espécie de líder entre meus amigos no Colégio São Geraldo. Cléia, adorava estudar e “malhava” em geografia e inglês. No esporte, sempre foi apaixonada por vôlei, praticou salto em altura e à distância. Sempre gostou de competir e adorava ganhar. Persistência é o que não falta e desafios ela enfrenta constantemente.

De: Literatura entre Amigos

Para: Cléia Carvalho

LA) Cléia, é muito bom tê-la conosco. Obrigada por participar no Chocolate Quente. Em primeiro lugar gostaria de saber o que você sente quando termina um trabalho. Qual é o sentimento no instante da conclusão?

CC) Foi a realização de um sonho que eu mesma não esperava e que surgiu por acaso, na minha vida é assim, pintou a oportunidade e eu não perco a chance, agarro com unhas e dentes. O sentimento foi à emoção que senti como se tivesse nascido um filho, e senti também o frio na barriga de entregar esse filhote para os leitores como um dever cumprido. 

LA) Você tem mais de um livro publicado, pode apresentar cada um deles para nós?

CC) Escrevi dois livros: 1001 Cantadas de Uma Mulher e Bastidores Cômicos da Aviação – Do Passageiro ao Piloto. Fui a primeira mulher a escrever sobre tema de cantadas em um livro, e por ser a pioneira fui duramente criticada pelos meus familiares que nunca leram, mesmo assim eu mergulhei de cabeça e o resultado foi positivo. O texto do livro é dividido em capítulos: cantadas românticas, passando por diversas profissões, lugares específicos como clube, elevador, churrasco, esotéricas... Cantadas que gostaríamos de ouvir de um homem, sacaninhas, sacanas diretas ao sexo e para a hora do rala e rola. etc. O segundo livro Bastidores da Aviação: o foco são as gafes, situações bizarras e melodramáticas que acontecem dentro dos aviões e aeroportos, e que serve de lições para muitos leitores. 

LA) Como está sendo a aceitação dos seus livros e dos seus trabalhos?

CC) O livro é literalmente de humor, um divertimento para quem quer dar boas gargalhadas. Um santo remédio para os cardíacos, pessoas tímidas e mal humoradas. Eu sei que muitas pessoas já encontraram a sua alma gêmea através do meu livro e se casaram. Outros me contaram que seu casamento ficou mais apimentado. Fiquei muito feliz ao saber desses resultados. Tive uma receptividade muito grande do público em geral, e também da mídia que me deram espaço para divulgação.

LA) Você é uma pessoa que já viajou por muitos lugares. Alguns destes já lhe influenciou em alguns dos teus livros?

CC) Com certeza tem muito a ver dos lugares que passei, eu observo muito o comportamento das pessoas e suas culturas, daí surgem situações de todos os tipos. Estou querendo escrever outro livro contando a minha vida de cigana por este mundo afora, são coisas inusitadas e muito hilárias também. A maior dificuldade é conseguir uma editora séria que queira dar uma oportunidade a quem esta iniciando, ou mesmo um patrocinador, e isso no Brasil esta cada vez mais difícil.

LA) Você tem algum ritual para escrever? Um horário que mais goste ou um local preferido?

CC) De preferência em casa e a noite, mas quando estou fora eu faço uma pequena anotação para desenvolver depois. Mesmo quando vou dormir coloco uma caderneta na cabeceira da cama caso não queira levantar para ir ao computador, essas anotações são muito importante para não esquecer.

LA) Qual foi seu maior desafio nesse mundo literário pobre em apoio aos escritores nacionais?

CC) O maior desafio é conseguir no Brasil uma editora que te ajude a alavancar, principalmente se você é novata. As editoras não são sérias, elas querem lucrar muito em cima de um autor, e foi por este motivo que acabei fazendo uma produção independente, não me arrependo e valeu muito o meu esforço de lutar por aquilo que eu almejei. 

LA) Qual o seu maior desejo como escritora?

CC) O livro é a extensão da memória e da imaginação de uma autora. O livro nos faz saber e nos faz voar, e eu quero voar ainda mais alto, e que as pessoas não deixem de ler, ler é um aprendizado onde você voa para dentro do seu interior.

LA) Com a mídia influenciando cada vez mais a leitura digital, você acha que um dia poderemos perder os livros impressos?

CC) Com certeza, já estamos chegando a isso, basta ver a quantidade de livros e textos gratuitamente na internet, isso facilita muito para os leitores e ainda mais sendo de graça. 

LA) De que modo você deseja que suas obras toquem os leitores?

CC) Espero que os meus livros toquem os meus leitores a serem mais alegres, descontraídos e bem humorados, a vida é uma só e todos tem o direito de serem felizes. 

LA) Deixe uma mensagem aos seus leitores e aos futuros leitores!

CC) A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça a quase totalidade das pessoas não sente esta sede! Espero que vocês meus leitores tenham esta sede e venham prestigiar o meu livro, a compra é feita diretamente comigo. Depósito no Banco Itaú - agência 1000 - C/C 66783-0 - Valor 23,00 incluso despesas de correio.

Muito obrigada por sua participação no Chocolate Quente. Nós do Literatura entre Amigos te desejamos muito sucesso e que venham outros trabalhos. Parabéns!

Abaixo, seguem os links dos livros de Cléia:

1001 cantadas de uma mulher


Entrevista por Cássia Torres!

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